De quem é a responsabilidade?

Já repararam que muitas vezes a gente se pega fazendo ou vivendo algo que é exatamente o contrário daquilo que gostaríamos? E, na maioria das vezes em que percebemos isso, a tendência é sempre dar um nome para o culpado, alguém, o universo que conspira: “Ah, isso só pode ser inveja de ‘fulano’!” Quem nunca? Leia mais… »

O que as novas tecnologias estão fazendo com o homem na atualidade?

O telefone celular ou qualquer outro aparelhinho ligado à internet é, para alguns, um meio de comunicação e, nas horas vagas, também serve para entreter. Para outros ainda, trata-se de um apêndice do corpo. Sim, apêndice, pois deliberadamente levamos e utilizamos o celular em tudo que é lugar, levamos para o banheiro, para a mesa Leia mais… »

Você já sentiu alguma dor física que julgasse ser de “fundo emocional”?

Quando a gente fala sobre qualquer assunto e relaciona com o que a psicanálise diz sobre ele, de fato nos deparamos sempre com uma implicação responsiva da posição em que ocupamos enquanto sujeitos. Com o processo de vivenciar os dramas de uma doença crônica ou transitória não seria diferente. Isso, então, articula a localização do Leia mais… »

O dor da traição – Exclusividade e possessividade

Escutei de alguém que quem sofre por ter sido traído apenas demonstra um sentimento de possessividade, pois a pessoa que foi traída se sente ferida por achar que o outro lhe pertence, por acreditar que ele não teria o direito de viver outros amores, que ele seria sua propriedade. Escutei e refleti. E concluí que Leia mais… »

Afinal, por que fazer análise?

O paciente de Freud, apesar da conotação passiva que o termo carrega, não é qualquer paciente. Ele é o mesmo analisando de Lacan, ao qual confere ao sujeito em processo analítico sua própria responsabilização e ação de “fazer análise”, assim chamando-o de analisando, este atribuiria ao analista, como função, o lugar daquele que supostamente apreende Leia mais… »

Solta-te

Quando lamentas não vives Fechas os olhos diante do frio do seco, do áspero, do escorregadio da graxa, da luz, do breu do indisposto, do inerte, do bruto do desfeito, do insano, do corte Acabas te encolhendo num mundinho de coisas eleitas o conhecido que não aceita o novo o mesmo que rejeita o outro Leia mais… »