Você já “deu uma de psicólogo”?*

*Se você é psicólogo sabe exatamente do que eu estou falando. Se você não é, escute bem, ou melhor, leia bem e nos ajude a dizer não à banalização da Psicologia. Nós da área Psi, TODOS NÓS da área psi, algum dia na vida – desde a graduação – já ouvimos frases assim: – Você Leia mais… »

O que as novas tecnologias estão fazendo com o homem na atualidade?

O telefone celular ou qualquer outro aparelhinho ligado à internet é, para alguns, um meio de comunicação e, nas horas vagas, também serve para entreter. Para outros ainda, trata-se de um apêndice do corpo. Sim, apêndice, pois deliberadamente levamos e utilizamos o celular em tudo que é lugar, levamos para o banheiro, para a mesa Leia mais… »

Você já sentiu alguma dor física que julgasse ser de “fundo emocional”?

Quando a gente fala sobre qualquer assunto e relaciona com o que a psicanálise diz sobre ele, de fato nos deparamos sempre com uma implicação responsiva da posição em que ocupamos enquanto sujeitos. Com o processo de vivenciar os dramas de uma doença crônica ou transitória não seria diferente. Isso, então, articula a localização do Leia mais… »

O dor da traição – Exclusividade e possessividade

Escutei de alguém que quem sofre por ter sido traído apenas demonstra um sentimento de possessividade, pois a pessoa que foi traída se sente ferida por achar que o outro lhe pertence, por acreditar que ele não teria o direito de viver outros amores, que ele seria sua propriedade. Escutei e refleti. E concluí que Leia mais… »

Afinal, por que fazer análise?

O paciente de Freud, apesar da conotação passiva que o termo carrega, não é qualquer paciente. Ele é o mesmo analisando de Lacan, ao qual confere ao sujeito em processo analítico sua própria responsabilização e ação de “fazer análise”, assim chamando-o de analisando, este atribuiria ao analista, como função, o lugar daquele que supostamente apreende Leia mais… »

Porque só se ama uma vez

Aquela mulher de pele parda, cabelos e olhos escuros, dialogava com a outra, de pele branca, mas encardida, o cabelo amarelado imitando o estilo das ladies. A parda tinha uma pintura forte na face como a de quem vai pra guerra. Nos olhos havia um largo risco preto que passava do limite do olhar.Na boca, Leia mais… »